Institucional

Conheça nossa estrutura

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Cruz Vermelha Brasileira - Minas Gerais

A CVB-MG é uma instituição sem fins lucrativos, de utilidade pública, com a missão de atenuar o sofrimento humano, de forma imparcial e independente, sendo auxiliar dos poderes públicos e atuando em favor das populações em situação de vulnerabilidade.

A CVB-MG está sediada no edifício Professor Clóvis Salgado, região central de Belo Horizonte, e atua nas áreas de Voluntariado, Assistência Social, Educação e Saúde. É uma das mais antigas filiais da Cruz Vermelha Brasileira, sociedade nacional integrante do movimento internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Entre os públicos diretamente atendidos pela CVB-MG, de forma continuada, estão adolescentes de Belo Horizonte e região metropolitana, a população idosa, famílias e indivíduos em situação de desemprego, usuários da rede de assistência social.

A instituição é reconhecida pelo governo federal com a Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS) e pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte com o certificado do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS).

É referência no estado no treinamento de Primeiros Socorros, na resposta humanitária em situação de desastres, catástrofes naturais. Promove campanhas de doações para o atendimento a indivíduos afetados em Minas e outras regiões do Brasil. Possui galpão próprio e equipe de voluntários preparada para atuar em diversas situações. Também reúne um grupo especial de voluntariado para resgate e intervenção em eventos de maior complexidade.

Diretoria Estadual

Ricardo Márcio de Oliveira
Ricardo Márcio de Oliveira Presidente
Ricardo Tadeu P. Coelho
Ricardo Tadeu P. CoelhoDiretor Financeiro
Bernardo Eliazar Mattos
Bernardo Eliazar MattosVice Presidente
Ricardo Rodrigues
Ricardo RodriguesSuplente
Márcia Aurélia N. Andrade
Márcia Aurélia N. Andrade Vice Presidente
Raimundo L. Fernandes
Raimundo L. FernandesSuplente
Leonardo H. Tross
Leonardo H. TrossDiretor de Projetos e Captações

JUNTA DE GOVERNO ESTADUAL

  • Ana Maria Martins Ferreira da Rocha Rainha
  • Alysson Saraiva de Souza Pereira
  • Augusto Silva Torrent
  • Daniel Duarte de Souza
  • Edmilson Leite Guimarães Filho
  • Eliana Tameirão Pires
  • Leonardo Greco Machado
  • Marcelo de Souza e Silva
  • Maria Lúcia Sarmento
  • Rinaldo França
  • Tiago Megale de Almeida Leite
  • Tiago Palhares Leonel
  • Wilkliane Costa de Paula Leite Guimarães

COMISSÃO DE FINANÇAS

  • Alexandre Pereira Vale
  • Sérgio de Freitas Oliveira

COMISSÃO DE MEDIAÇÃO

  • Bernardo Dolabella Melo
  • Fábio Caldeira de Castro Silva
  • Walter Freitas de Moraes Júnior

COMISSÃO DE ÉTICA

  • Cristina Sayuri Ogawa
  • Luiz Carlos Miranda Júnior
  • Rafael Junqueira Jucá

OUVIDORIA

  • Christian Frederico Wolanik

Diretoria Estadual

Ricardo Márcio de Oliveira
Ricardo Márcio de Oliveira Presidente
Bernardo Eliazar Mattos
Bernardo Eliazar MattosVice Presidente
Márcia Aurélia N. Andrade
Márcia Aurélia N. Andrade Vice Presidente
Leonardo H Tross
Leonardo H TrossDiretor de Projetos e Captações
Ricardo Tadeu P Coelho
Ricardo Tadeu P CoelhoDiretor Financeiro
Raimundo Luiz Fernandes
Raimundo Luiz FernandesSuplente
Ricardo Rodrigues
Ricardo RodriguesSuplente
JUNTA DE GOVERNO ESTADUAL
  • Alexandre Pereira Vale
  • Ana Maria Martins Ferreira da Rocha Rainha
  • Antônio Elias Nahas
  • Augusto Silva Torrent
  • Daniel Duarte de Souza
  • Edmilson Leite Guimarães Filho
  • Eliana Tameirão Pires
  • Leonardo Greco Machado
  • Maria Lúcia Sarmento
  • Rinaldo França
  • Tiago Megale de Almeida Leite
  • Tiago Palhares Leonel
COMISSÃO DE FINANÇAS
  • Robson Ferreira Dias
  • Sérgio de Freitas Oliveira
COMISSÃO DE MEDIAÇÃO
  • Bernardo Dolabella Melo
  • Fábio Caldeira de Castro Silva
  • Walter Freitas de Moraes Júnior
COMISSÃO DE ÉTICA
  • Cristina Sayuri Ogawa
  • Luiz Carlos Miranda Júnior
  • Rafael Junqueira Jucá
OUVIDORIA
  • Christian Frederico Wolanik

Órgão Central

A História da Cruz Vermelha Brasileira iniciou no ano de 1907, graças à ação do Dr. Joaquim de Oliveira Botelho, espírito culto e cheio de iniciativa que, inspirando-se naquilo que testemunhara em outros países, sentiu-se animado do desejo de ver, também aqui, fundada e funcionando, uma Sociedade da Cruz Vermelha. Junto com outros profissionais da área de saúde e pessoas da sociedade promoveu uma reunião em 17 de outubro daquele ano na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, para lançamento das bases da organização da Cruz Vermelha Brasileira.

Em reunião realizada em 5 de dezembro de 1908, foram discutidos e aprovados os Estatutos da Sociedade. Esta data ficou consagrada como a de fundação da Cruz Vermelha Brasileira, que teve como primeiro Presidente o Sanitarista Oswaldo Cruz.

O registro e o reconhecimento da entidade nos âmbitos nacional e internacional se deu nos anos de 1910 e 1912, sendo que a I Grande Guerra (1914/1918) constitui-se, desde seus primórdios, no fator decisivo para o grande impulso que teria a nova Sociedade.

As “Damas da Cruz Vermelha Brasileira”, comitê criado por um grupo de senhoras da sociedade carioca, deu origem à Seção Feminina, que teria como primeira tarefa, a formação do corpo de Enfermeiras voluntárias. A semente assim plantada frutificaria e, para permitir o funcionamento de outros cursos sugeridos pela Seção Feminina, foi criada e inaugurada, em março de 1916, a Escola Pratica de Enfermagem, sob a eficiente direção do Dr. Getúlio dos Santos, na época Capitão Medico do Exército. Com a declaração de guerra do Brasil aos Impérios Centrais (Alemanha e seus aliados), a Sociedade expandir-se-ia com intensificação dos Cursos de Enfermagem e com a criação de filiais estaduais e municipais, cabendo a São Paulo a primazia. Em 1919, as filiais já eram em número de 16.

A Cruz Vermelha Brasileira participou da constituição da Federação de Sociedade de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em 1919, filiando-se a ela. Em nosso país, tornou-se instituição modelar, da forma prevista nas Convenções de Genebra, como em tempos de paz, levando ajuda a vítimas de catástrofes e desastres naturais (secas, enchentes, terremotos etc.).

Federação Internacional

Fundada em 1919, em Paris, logo após a I Guerra Mundial, quando se constatou a necessidade de criar uma organização que reunisse as distintas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, visando aumentar a cooperação entre elas. A Federação, assim como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, faz parte do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Foi Henry Davison, presidente do Comitê de Guerra da Cruz Vermelha dos Estados Unidos, quem propôs formar uma federação de Sociedades Nacionais.

Durante uma conferência médica internacional convocada por Davison, nasceu a Liga de Sociedades da Cruz Vermelha. Em outubro de 1983, a Liga passou a se chamar Liga de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e, a partir de novembro de 1991, Federação Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho.

Além da cruz vermelha e do crescente vermelho foi introduzido , em 2005, um outro emblema – o cristal vermelho – também chamado “emblema do Protocolo III” (das Convenções de Genebra), a ser usado alternativamente pelas Sociedades Nacionais.

Comitê Internacional

Fundado em 1863, o CICV trabalha no mundo todo para levar assistência humanitária às pessoas afetadas por conflitos e pela violência armada e para promover as leis que protegem as vítimas da guerra.

É uma organização independente e neutra e o seu mandado se origina essencialmente das Convenções de Genebra, de 1949. Com sede em Genebra, Suíça, a organização tem cerca de 16 mil colaboradores em 80 países e é financiada principalmente por doações voluntárias dos governos e das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. O trabalho do CICV tem como base as Convenções de Genebra de 1949, os seus Protocolos Adicionais, os seus Estatutos – assim como os do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho – e as resoluções das Conferências Internacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. O CICV é uma organização independente e neutra que assegura a proteção humanitária e a assistência às vítimas de conflitos armados e de outras situações de violência. Toma iniciativa em resposta a emergências e, ao mesmo tempo, promove o respeito ao Direito Internacional Humanitário (DIH) e a sua implementação na legislação nacional de um país.

O CICV é dirigido por uma Assembleia, um Conselho da Assembleia (um órgão vinculado à Assembleia com poder de decisão sobre determinados assuntos) e uma Diretoria (o órgão executivo). Tanto a Assembleia, composta por até 25 membros de nacionalidade suíça, como o Conselho da Assembleia são presididos por Peter Maurer, presidente do CICV desde julho de 2012. Ele é assistido pela vice-presidente, Christine Beerli. “Peter Maurer nasceu em Thoune, Suíça, em 1956. Estudou História e Direito Internacional em Berna onde obteve o título de doutor. Em 1987, ingressou no serviço diplomático suíço, ocupando diversos cargos, em Berna e Pretória, antes de ser transferido para Nova York, em 1996, como observador-adjunto permanente na missão suíça junto às Nações Unidas. Em 2000, foi designado embaixador e chefe da Divisão de Segurança Humana na sede do Ministério das Relações Exteriores da Suíça em Berna.”

O CICV é financiado por contribuições voluntárias dos Estados-Partes das Convenções de Genebra (governos), pelas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, por organizações supranacionais (tais como a Comissão Europeia) e por doadores públicos e privados. Todos os anos, o CICV lança apelos de fundos para cobrir os custos projetados para atividades no terreno e na sua sede. Lança também apelos extras caso haja um aumento nas necessidades no terreno. O CICV presta contas sobre o seu trabalho e os gastos no seu Relatório Anual. O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária do mundo. A sua missão é aliviar o sofrimento humano, proteger as vidas e a saúde das pessoas e preservar a dignidade humana, sobretudo durante conflitos armados e outras emergências. O Movimento está presente em todos os países e conta com o apoio de milhões de voluntários.

7 princípios fundamentais da Cruz Vermelha

Os sete Princípios Fundamentais resumem a ética do Movimento, constituindo a essência do seu enfoque para ajudar as pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais e outras situações de emergência.

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Humanidade

A Cruz Vermelha, nascida da preocupação de prestar socorro, indistintamente, aos feridos nos campos de batalha, esforça-se, no âmbito internacional e nacional, em evitar e aliviar o sofrimento humano sob qualquer circunstância. Procura não só proteger a vida e a saúde, como também fazer respeitar o ser humano. Promove a compreensão mútua, a amizade, a cooperação e a paz duradoura entre todos os povos.
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Imparcialidade

A Cruz Vermelha não faz nenhuma discriminação de nacionalidade, raça, religião,condição social ou opinião política. Procura apenas minorar o sofrimento humano,dando prioridade aos casos mais urgentes de infortúnio.
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Neutralidade

A fim de merecer a confiança de todos, a Cruz Vermelha abstém-se de tomar partido em hostilidades ou de participar, em qualquer tempo, de controvérsias de natureza política, racial, religiosa ou ideológica.
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Independência

A Cruz Vermelha é independente. As Sociedades Nacionais, auxiliares dos poderes públicos em suas atividades humanitárias, sujeitas às leis que regem seus respectivos países, devem, no entanto, manter sua autonomia, a fim de poderem agir sempre de acordo com os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha.
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Voluntariado

A Cruz Vermelha é uma instituição voluntária de socorros sem nenhuma finalidade lucrativa.
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Unidade

Só pode existir uma única Sociedade de Cruz Vermelha em cada país. Ela está aberta a todos e exerce sua ação humanitária em todo o território do mesmo.
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Universalidade

A Cruz Vermelha é uma instituição mundial, na qual todas as Sociedades têm iguais direitos e dividem iguais responsabilidades e deveres, ajudando-se mutuamente.

Endereço
Av. Alameda Ezequiel Dias, 427 - Centro
Belo Horizonte – MG
CEP: 30130-110

Telefone

(31) 3239-4200

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Belo Horizonte – MG
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